Expedição Finalmente Baião

25 a 27/02/2005 | Baião/PA

Este ano, mais uma vez a turma do JCP tentaria chegar, finalmente, à Baião, cidade situada na margem do Rio Tocantins, a 160km de Belém, para onde outras expedições do clube não chegaram, por motivos diversos. As expectativas de encontrarmos muita dificuldade no caminho eram grandes. 19 veículos partiriam de Belém para percorrer a PA-150 e entrar à direita 32km após Tailândia, dando uma grande volta para novamente subir por uma estrada desconhecida que margeia o Tocantins pelo seu lado direito. Em razão dos compromissos individuais dos participantes, o comboio partiu dividido em dois. A primeira divisão seguiu na tarde de sexta e a segunda no início da noite. Na saída, duas baixas já prometiam as dificuldades do fim de semana: Ewerton e Vivi não embarcaram seus jipes, com problemas mecânicos. Vivi seguiu a bordo da estreante Land 90 de Marra e Ewerton, infelzmente, desistiu da aventura. No meio do caminho, ainda no asfalto, novos problemas. A Hiluzx de Vasconcelos teve três parafusos de uma roda quebrados, obrigando-o a tirar das outras rodas para distribuir entre elas. Chegamos na Fazenda do Matracão por volta de 23h, onde pernoitariamos, para aguardar a chegada da segunda divisão do comboio. Isso aconteceu por volta das 2h30, com muitos ainda acordados em razão do festival de flatos promovidos por jovens integrantes da equipe (Au,!Au! :D).

Na manhã de sábado, partimos da fazenda por volta das 9h00. Percorremos os ramais em direção à margem direita do Tocantins, entrando na Fazenda Maisa. Paisagens belas emolduravam-se nas janelas dos veículos. Nada de lama até chegarmos ao acesso de Baião, onde pequenos trechos de lama fizeram a festa do comboio. Chegamos a, finalmente, Baião por volta das 16h00, sendo recebidos com festa na cidade que é pequena porém muito agradável e acolhedora. Um almoço pra lá de saboroso nos esperava em nossa base oficial. De noite, a festa ficou por conta de Vasconcelos, cuja Hilux as vezes deve se prestar como aparelhagem de som. O identificador da Hilux deveria ser mudado para Furacão 2000. Ficamos todos na praça central da cidade, esticando o papo e rindo muito das brincadeira.

Domingo pela manhã, saimos rumo a Belém pela Transbaião. Parece brincadeira, mas a volta foi muito mais divertida ainda. Trechos de lama, estrada escorregadia, igarapés e problemas. Ao chegarmos na primeira balsa, a encontramos em pane nos obrigando aguardar 4 horas pelo conserto. Tomamos posse de um barraco abandonado as proximidades e Duelo comandou um, de praxe, saboroso churrasco. Arrumada a balsa, seguimos viagem. Pra não ficar muito monótona a viagem, a segunda balsa não teve pane, mas encalhou, demorando meia hora para descolar do fundo do rio. Após tudo isso, parte do comboio seguiu para Belém via Alça e outra via Balsa. Alça? Balsa? Uma discussão muito produtiva houve no rádio a respeito disso. Estou até com saudades... Vais pela alça ou pela balsa.. :0) Pela Balsa ou pela Alça, todos chegamos em casa cansados, sujos e felizes. Até a próxima.

Este evento teve a participação de 16 jipes, pilotados por 8 sócios e 8 convidados, com a companhia de 9 zequinhas.
Piloto Zequinhas Veículo
Vasconcelos Nonato Patchanga - Toyota Hilux
Diou Márcia Diou Nave - Toyota Bandeirantes
Iran Iran Neto Brutus III - Land Rover Defender 110
Tonico Kleber Manuel O Audaz - Toyota Bandeirantes
Gilberto Duelo Carol, Grégory, Edi Duelo II - Land Rover Defender 110
Hérycles Yuri Pathifa - Nissan Pathfinder
Nelson Chico Pânico - Ford Ranger
Rogério Politi Pit Bull - Jeep Willys CJ5
Convidados
Ivanete Lili Jamantinha - Toyota Hilux
Navarro Roda Mario Tadeu
Jefferson Shirley, Sheyla
Carlos Marra Vivi Brucutu - Land Rover Defender 90
Antonio Roda Roger Loro
Wilson Roda
David
Marcelino Ênio

FOTOS DESTE EVENTO